Quando Fazemos História

Uma história de lutas e conquistas

Celebre o mês do orgulho LGBT com o Canal Sony e relembre as principais conquistas e batalhas do movimento.

Uma história de lutas e conquistas

É comemorado, no dia 28 de Junho, o Dia Internacional do Orgulho LGBT e o mês é repleto de celebrações. O movimento é marcado por lutas intensas e conquistas suadas. Por isso, separamos algumas curiosidades e vitórias da militância LGBT ao redor do mundo.

Origem do Dia Internacional do Orgulho LGBT: 28 de Junho de 1969 entrou para a história após lésbicas, travestis, transexuais, gays e drag queens resistirem à violência policial no Stonewall Inn. O famoso bar gay, localizado em Nova York, era frequentemente invadido pela polícia, porém, o que eles não esperavam é que os frequentadores, cansados de tanta opressão, reagissem. O episódio ficou conhecido como Revolta de Stonewall e reuniu centenas de manifestantes, que encaram a truculência da polícia com coragem. A data foi um marco para a luta por mais direitos e deu origem ao Dia Internacional do Orgulho LGBT.

A Primeira Parada LGBT: um ano após a Revolta de Stonewall, em 1970, militantes ocuparam as ruas de cidades como São Francisco e Nova York como uma forma de relembrar aquela madrugada histórica. Essas manifestações deram o pontapé nas primeiras paradas LGBT da história e a marcha virou tradição :)

A maior Parada LGBT do mundo: no Brasil, a primeira marcha ocorreu apenas em 1997. Mas, atualmente, o posto de maior parada LGBT do mundo é nossa, graças ao evento que ocorre todos os anos em São Paulo.

Bandeira de arco-íris: este símbolo do movimento LGBT surgiu em 1978 e foi criado por Gilbert Baker. Originalmente, a bandeira tinha oito cores: rosa, que representava a sexualidade; vermelho, a vida; laranja, a cura; amarelo, o sol; verde, a natureza; turquesa, a arte; anil, a harmonia; e violeta, o espírito humano. Atualmente, a bandeira conta com seis cores, já que o rosa e o anil foram retirados.

Homossexualidade era considerada um doença: muitos gays, lésbicas, travestis e transexuais foram obrigados a passar por tratamentos médicos e psicológicos, pois eram considerados doentes - e até perigosos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) só retirou a homossexualidade da lista internacional de doenças em maio de 1990 :o

Argentina foi o primeiro país da América Latina a aprovar casamentos homoafetivos: a então presidente argentina, Cristina Kirchner, sancionou, em 2010, uma lei que autoriza a união de casais do mesmo gênero. <3

Brasil autoriza o casamento civil homoafetivo: em 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) deu o primeiro passo e reconheceu as uniões estáveis de casais homossexuais. Mas foi em 2013 que o casamento civil entre duas pessoas do mesmo gênero foi autorizado.

Estados Unidos legaliza o casamento homoafetivo: em 2015, a Suprema Corte americana assegurou o casamento entre duas pessoas do mesmo gênero em todo o país. Anteriormente, essa união era proibida em 14 estados norte-americanos #LoveWins.

SUS oferece cirurgia de redesignação sexual: desde 2008 o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece a cirurgia para transexuais, além de tratamentos psicológico e hormonal que acompanham o procedimento. Apesar de uma boa iniciativa, a demora pelo procedimento é bastante longa.

O Brasil é líder em transfobia: de acordo com a ONG Transgender Europe (TGEU), o país é o que mais mata travestis e transexuais no mundo. As estatísticas apontam que a expectativa de vida dessa parcela da população é de apenas 35 anos.

Homossexualidade é crime em mais de 70 países: e em 13 territórios, gostar de alguém do mesmo gênero pode ser motivo para pena de morte :(

O movimento LGBT já conquistou muitos direitos, mas a luta por igualdade não pode parar. Acompanhe a vida pessoal e política de personagens inspiradores na nova minissérie Quando Fazemos História, que estreia Quarta, 12 de Julho, às 20h, no Canal Sony.